A Lenda da Caixa de Pandora
Andei procurando alguma coisa na Internet sobre a Caixa de Pandora. Queria saber o real significado da metafórica caixa e qual a história oficial da lenda, mas talvez sejam as inconformidades de histórias que tornem uma lenda aquilo que ela é e, como não poderia deixar de ser, somente encontrei histórias que talvez concordem em algum mundo paralelo que não este em que vivo.
Em meio à realidade torpe da Grande Rede (e cá estou eu denovo tentando descobrir a verdade) consegui achar um ponto em comum. Em todas as versões, geralmente mal contadas, na caixa daquela moça grega chamada Pandora haviam sido aprisionados todos os males: desde o ódio e a inveja até o auxílio-paletó e a cpmf.
Em alguns lugares que visitei (percebam o tom romântico que essa frase poderia ter se eu não estivesse falando de sites) pude observar que haviam sido postos ali dentro daquela caixa também os sentimentos bons, mas notei muita discordância no fim que fora dado a estes. No fim só uma certeza: depois de aberta a Caixa não poderia mais ser fechada.
Há também uma outra história sobre a Caixa de Pandora que talvez seja a mais conhecida de todas, pois foi assim que eu e todos meus amigos descobrimos a tal caixa. Nesta história Pandora é uma velhota baixinha, amiga do Mestre dos Magos, e sua caixa continha passagens para outros mundos, Warp Zones, onde cada lugar onde a caixa era aberta determinava uma passagem diferente. Certa vez um grupo de viajantes, no qual os integrantes, saudosos de sua terra-natal, vestiam-se como fãs incondicionais de Senhor dos Anéis, teve a oportunidade de utilizar a caixa, mas o destino - sempre engraçadinho - prega-lhes mais uma peça, permitindo a destruição do único ponto onde poderiam adentrar a caixa rumo ao único destino que desejavam. Nesta história, ou já quase uma lenda, fica também um ponto meio nebuloso o qual não consigo vislumbrar: também dessa vez teria tido aquele unicórnio idiota que eles levavam a tiracolo alguma culpa no cartório? Só pode ter sido o unicórnio, o único elo entre esta história e aquela da Mitologia Grega com a qual comecei mais essa crônica diáfana.
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