Ironia do dia: Percebi que "Chiclete com Banana" fica bem em cima do Chico (Buarque) no site das cifras de violão que costumo visitar.
Quem sabe alguém, acidentalmente, não encontra a poesia do Chico enquanto procura um pedaço inútil de chiclete pra mascar e jogar fora?
"E eu que não creio, peço a Deus por minha gente..."
Lugarzinho para registrar psicodelias. Um baú inteiro de abobrinhas grátis pra quem estiver afim de dar uma olhadinha.
23.11.03
Do "Eterno Retorno"
Não sei se era bem isso que Nietzche queria dizer com sua "Teoria do Eterno Retorno", mas Ritinha voltou. Resolveu voltar e mandou recado por uma amiga. Não recebi ainda pedido formal de desculpas, mas já vou antecipando informalmente por aqui que não precisa não.
Chega a ser engraçado como Nietzche acerta em cheio com o Eterno Retorno que eu quiz entender e só agora essa teoria me parece tão clara quanto aquela letra de música que nos toca quando, por um motivo ou por outro, estamos mais sensíveis ao que acontece à nossa volta.
E foi assim com Ritinha e foi assim com o Hotel Imperador e segue-se assim com algumas das pseudo-caras-metade pelas quais a gente resolve se partir ao meio. E bem no meio de retorno de nostalgias que levantam de seus túmulos antes mesmo da última pá de cal ser arremessada revela-se aqui o segredo dessa mágica que pode ser observada no meio de um recém-descoberto universo dodecagonal. O retorno eterno eternamente aplicado ao meu micro-cosmo seria muito mais interessante se as razões nostálgicas retornassem antes de começarem a entrar em decomposição.
O tempo tudo nos faz esquecer e tudo nos faz lembrar. E a vida vai continuando, boazinha como sempre, enquanto a gente respira, ainda que com uma narina de cada vez e às vezes pela boca.
Não sei se era bem isso que Nietzche queria dizer com sua "Teoria do Eterno Retorno", mas Ritinha voltou. Resolveu voltar e mandou recado por uma amiga. Não recebi ainda pedido formal de desculpas, mas já vou antecipando informalmente por aqui que não precisa não.
Chega a ser engraçado como Nietzche acerta em cheio com o Eterno Retorno que eu quiz entender e só agora essa teoria me parece tão clara quanto aquela letra de música que nos toca quando, por um motivo ou por outro, estamos mais sensíveis ao que acontece à nossa volta.
E foi assim com Ritinha e foi assim com o Hotel Imperador e segue-se assim com algumas das pseudo-caras-metade pelas quais a gente resolve se partir ao meio. E bem no meio de retorno de nostalgias que levantam de seus túmulos antes mesmo da última pá de cal ser arremessada revela-se aqui o segredo dessa mágica que pode ser observada no meio de um recém-descoberto universo dodecagonal. O retorno eterno eternamente aplicado ao meu micro-cosmo seria muito mais interessante se as razões nostálgicas retornassem antes de começarem a entrar em decomposição.
O tempo tudo nos faz esquecer e tudo nos faz lembrar. E a vida vai continuando, boazinha como sempre, enquanto a gente respira, ainda que com uma narina de cada vez e às vezes pela boca.
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